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Exportar propriedade intelectual: o que precisa estar pronto antes da conversa

A ApexBrasil ampliou a estratégia de exportação do audiovisual em 2026. A pergunta que sobra para a produtora é se o projeto está em condição de ser comprado lá fora.

2 min de leitura Equipe de conteúdo

A ApexBrasil ampliou em 2026 a estratégia de exportação do mercado audiovisual brasileiro, na mesma direção que a ANCINE chama de inserção internacional. Missão comercial, rodada de negócio e presença em mercado internacional entram no calendário de quem quer vender fora.

Só que estar na sala não é o mesmo que estar pronto. Comprador internacional pede cadeia de direitos documentada, contrato de elenco e de trilha com abrangência mundial, material de venda em inglês e uma entrega técnica que não precise ser refeita. Falta de qualquer um desses itens transforma interesse em negociação travada.

Sede da ApexBrasil, agência de promoção de exportações, em Brasília
Sede da ApexBrasil, agência de promoção de exportações, em Brasília Créditos: Stock Adobe Diamond Phoenix
Missão comercial, rodada de negócio e presença em mercado internacional entram no calendário de quem quer vender fora.

Há também a parte que ninguém coloca na apresentação: fuso, idioma e prazo de resposta. Produtora que responde em dois dias úteis, nos três idiomas em que se apresenta, sinaliza operação capaz de sustentar um contrato internacional.

É esse o motivo da filial da Diamond Phoenix Entertainment® nos Estados Unidos, e não o contrário.

Texto da equipe de conteúdo da Diamond Phoenix.